sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

As enchentes e a cultura da impermeabilização

As enchentes e a cultura da impermeabilização

Valério Igor P. Victorino
Sociólogo
Docente UMAPAZ
Janeiro 2010


São Paulo não é mais a terra da garoa há muito tempo. Um novo grupo musical que quisesse representar no nome o clima da cidade deveria se chamar Demônios da Tempestade e fazer um estilo bem pesado, talvez um heavy metal inspirado no estrondo dos trovões e na fúria das tormentas tropicais que insistem em nos afligir nos últimos meses.
Do Jardim Pantanal ao Jardim Paulista há muito prejuízo sendo contabilizado; desde horas de trabalho até vidas humanas, passando pelo sofrimento de quem perde tudo o que tem, mesmo quando este tudo é quase nada. Dentro em breve os ricos e temerosos irão encomendar carros não somente a prova de balas, mas a prova de água também.
O governo do estado já anunciou a compra de carros anfíbios para realizar os atendimentos de emergência. Tempos molhados.
Pois bem o que nós, habitantes da cidade mais rica, cosmopolita, moderna e dinâmica da América Latina podemos fazer diante destes fenômenos climáticos extremos e de alto risco social? Inicialmente entender as causas. Sim, é uma ótima oportunidade para ampliarmos nossos conhecimentos sobre o meio que nos cerca. A necessidade é mãe da invenção e da ciência.
Diferentemente do aquecimento global, quando se trata de enchentes nas cidades não há polêmica, pois são reconhecidos dois tipos:
a) naturais, decorrentes da expansão dos rios sobre as várzeas;
b) antrópicas: decorrentes do impacto do modo de ocupação do solo com usos residenciais, comerciais e industriais.

Constata-se que o processo de urbanização transforma a superfície natural pela impermeabilização da bacia hidrográfica e pela criação de condutos para o escoamento pluvial provocando efeitos que modificam os componentes do ciclo hidrológico:

1) Ocorre a redução da infiltração no solo;

2) O volume que deixa de infiltrar fica na superfície, aumentando o escoamento superficial;

3) As águas se deslocam mais rapidamente, devido á construção de condutos superficiais para o escoamento das chuvas;

4) Com a redução da infiltração tende a diminuir o nível do lençol freático por falta de alimentação, reduzindo o escoamento subterrâneo;

5) Devido à diminuição da cobertura vegetal ocorre uma redução da evapotranspiração.

O aumento da freqüência e da magnitude das tormentas e das decorrentes enchentes tem várias explicações. Com certeza a construção das duas represas e a retificação dos dois principais rios que cortam a cidade interferiu no ciclo hidrológico e modificou as condições climáticas da bacia hidrográfica do Alto Tietê. Por outro lado, as superfícies impermeáveis absorvem parte da energia solar, aumentando a temperatura ambiente e produzindo ilhas de calor na parte central da cidade, onde predomina concreto e asfalto. Devido à sua cor o asfalto absorve mais energia solar e à medida que a superfície de concreto envelhece e vai escurecendo, tende a aumentar a absorção de radiação solar. Com isso ocorre o aumento da radiação térmica, que volta para o ambiente gerando calor. Segundo Carlos Tucci, “A elevação de temperatura também cria condições de movimento de ar ascendente, podendo aumentar as precipitações.” Como, na área urbana, as precipitações críticas de baixa duração são as mais intensas, essas condições contribuem para agravar as enchentes urbanas.

Como se enfrenta o problema das enchentes?

As medidas de controle de inundações podem ser estruturais, que são aquelas que modificam o sistema fluvial com grandes obras de engenharia que:
a) aceleram o escoamento das águas (canalização);
b) retardam o escoamento (reservatórios);
c) desviam o escoamento das águas. Sempre tem custos elevados e podem criar a falsa sensação de segurança, permitindo a ocupação de áreas inundáveis, o que, futuramente, pode resultar em danos significativos. Também existem as medidas não-estruturais, que são aquelas que modificam a atividade antrópicas por zoneamento das áreas de inundação, regulamentação do uso do solo com risco de inundação, indução de novas formas de ocupação com áreas de lazer, seguro contra inundação, sistemas de alerta etc. As medidas de controle do escoamento das águas variam também de acordo com o tipo de ação:

Ação na bacia:

a) na fonte: é o tipo de controle que atua sobre o lote, praças e passeios;
b) na microdrenagem: é o controle sobre as área de loteamentos;
c) na macrodrenagem: é o controle sobre os principais riachos urbanos.

Ação sobre o hidrograma:

a) Infiltração e percolação: cria espaço para que a água tenha maior infiltração e percolação (velocidade do fluxo da água através da camada não-saturada até o lençol freático - zona saturada);
b) Armazenamento: através de grandes reservatórios, cujo efeito é reter parte do volume do escoamento superficial, reduzindo seu pico e distribuindo a vazão no tempo;
c) Aumento da eficiência do escoamento: através de condutos e canais, drenando áreas inundadas;
d) Barragens e estações de bombeamento: solução tradicional de controle localizado de enchentes em áreas urbanas que não possuem espaço para amortecimento da inundação.
Os governantes, municipal e estadual, têm optado quase que exclusivamente por medidas estruturais de combate às enchentes, sendo que até o inadequado neologismo “piscinão” entrou para o linguajar técnico-jurídico do Plano Diretor de São Paulo como ação estratégica de combate às enchentes. O planos diretores de macrodrenagem da Bacia do Alto Tietê, tiveram orçamentos bilionários para construção de “piscinões”, para o rebaixamento da calha do rio Tietê, canalização de rios e construção de barragens. Enfim, são bilhões de reais gastos em obras de combate às enchentes que sempre estão aquém das necessidades que a metrópole apresenta. Sem dúvida que grandes obras estruturais são necessárias, mas evidentemente insuficientes, e muitas vezes apresentando problemas adicionais.
Se a questão das enchentes é tratada simplesmente como um problema hidráulico, de engenharia, as soluções estruturais ofuscam qualquer alternativa ou complementaridade. Mas se o drama das enchentes for, e deve ser, tratado como um problema urbano, uma amplitude maior de opções emergirá em decorrência da compreensão das características e da dinâmica do processo de urbanização da bacia hidrográfica.
A urbanização é a marca humana sobre o meio físico e a essência do processo de intervenção antrópica sobre a bacia hidrográfica do Alto Tietê revela um modo de uso e ocupação do solo que pode ser caracterizado, para fins da compreensão do fenômeno das enchentes, como cultura de impermeabilização. Pois é, enchente também é cultura. Estima-se que a taxa de impermeabilização do município seja de 45%, conforme a Resolução CADES 66/2001.
Enfrentando a impermeabilização
Reverter esta cultura de impermeabilização e aumentar a eficiência do sistema de drenagem é o desafio que se apresenta para o poder público e para a cidadania. O aumento da infiltração e percolação das águas precipitadas significa criar condições o mais próximo possível das condições naturais da bacia, considerando que foi a impermeabilização do solo que aumentou o escoamento para os canais e condutos que não suportaram a vazão.
Dentre as medidas não-estruturais de combate às enchentes a desimpermeabilização emerge enquanto diretriz da Política Ambiental do Município no Plano diretor, conforme o Art. 56:
II - o estabelecimento do zoneamento ambiental compatível com as diretrizes para ocupação do solo;
III - o controle do uso e da ocupação de fundos de vale, áreas sujeitas à inundação, mananciais, áreas de alta declividade e cabeceiras de drenagem;
IV - a ampliação das áreas permeáveis no território do Município. Em seu capítulo do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Urbano, o Art. 67 apresenta entre os objetivos para o Sistema de Drenagem Urbana: III - interromper o processo de impermeabilização do solo;
IV - conscientizar a população quanto à importância do escoamento das águas pluviais. Enquanto ação estratégica do sistema de drenagem urbana o Art. 69 é explicito:
XI - adotar, nos programas de pavimentação de vias locais e passeios de pedestres, pisos drenantes e criar mecanismos legais para que as áreas descobertas sejam pavimentadas com pisos drenantes.
O programa de pavimentação também apresenta a demanda: Art. 98 - São ações estratégicas dos Programas de Pavimentação:
III - criar mecanismos legais para que os passeios e as áreas externas pavimentadas implantem pisos drenantes; IV - adotar nos programas de pavimentação de vias locais pisos que permitam a drenagem das águas pluviais para o solo.

Enfim, o aumento das áreas de infiltração e percolação nos lotes, nas ruas de pouco tráfego, nos estacionamentos, nos parques, nos passeios, nas quadras esportivas etc. pode se dar pela utilização de pavimentos permeáveis (asfalto ou concreto drenante).
Como há pouca experiência com estes novos materiais no Brasil, a SIURB (Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana) em convênio com a USP está testando concreto e asfalto permeáveis para serem aplicados em pontos crônicos de enchente. Foram desenvolvidos dois materiais: o pavimento drenante asfáltico e o concreto intertravado drenante, este último composto por blocos de concreto poroso. A aplicação dessas soluções é semelhante à do piso asfáltico e do concreto intertravado, respectivamente, que são os produtos usualmente utilizados.
São Paulo necessita elaborar e implantar o Plano Diretor de Drenagem do Município de São Paulo (PDDMSP) integrado com o Plano Diretor de Macrodrenagem da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê (PDMAT), conforme item I do artigo 69 do Plano Diretor Estratégico. Esta é uma prioridade a ser construída mesclando medidas estruturais e não-estruturais de combate às enchentes.

Como se vê, o Plano Diretor contempla, em tese, como plano, tudo que é necessário para o enfrentamento do problema. Trata-se de tornar real estes mecanismos e proposições por meio de regulamentações e detalhamento de ações, que somente podem emergir com a pressão da sociedade, que poderá se revelar no entrelaçamento entre os planos regionais e o plano diretor de drenagem do município, com cada plano regional contendo o seu plano diretor de drenagem, reforçando adoção de medidas não-estruturais.

A questão mais grave é que quando as chuvas passarem, e elas passarão, e o Sol voltar a brilhar, venhamos a nos esquecer do problema das enchentes. De fato, o cidadão comum vai querer esquecer todo sofrimento e prejuízo deixado pelas tormentas. Contudo, se os dirigentes técnicos e políticos não priorizarem a mitigação do problema por meio de políticas públicas para o aumento da permeabilidade do solo urbano – objetivando o resgate das condições naturais da bacia hidrográfica -, as tragédias voltarão a acontecer.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

UMAPAZ - PROGRAMA CARTA DA TERRA EM AÇÃO - Turma 3

Curso de Formação de Agentes Socioambientais Urbanos

Inscrições abertas de 01 a 05 de fevereiro

Estão abertas as inscrições para a 3ª turma do curso de Formação de Agentes Socioambientais Urbanos, que será realizado pela UMAPAZ (Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz), localizada na Av. IV Centenário, 1268, Parque Ibirapuera, em São Paulo, no período de 08 de março a 18 de maio de 2010.

A participação é gratuita. São 50 vagas e haverá seleção. Os candidatos devem inscrever-se inicialmente para o Módulo Básico. Informações e inscrições pelo e-mail inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br.

O curso integra o Programa CARTA DA TERRA EM AÇÃO e tem por objetivo reunir pessoas dispostas a refletir sobre as diferentes dimensões da sustentabilidade, interessadas em desenvolver a capacidade de observação; compartilhar conhecimentos e modos de vida urbana sustentável e a gerar mudanças, considerando que "devemos ser a mudança que queremos ver no mundo" (Gandhi).
O Programa Carta da Terra em Ação é coordenado pela Profª Eveline Limaverde, designer de sustentabilidade e docente da UMAPAZ.
O processo de formação tem um total de 120 horas, composto por 20 horas do módulo básico Carta da Terra; 60 horas dos módulos específicos Diversidade Humana e Sustentabilidade, Cultura de Paz e Sustentabilidade e Integridade Ecológica e Sustentabilidade, para aprofundando aspectos tratados no módulo básico, e o módulo livre Percurso de Aprendizagem, com orientador, até completar 120 horas e desenvolver a expressão da aprendizagem.

A apresentação da expressão da aprendizagem de cada participante, por texto, aula, performance ou outro formato, deverá ser feita até junho/julho de 2010. Após a aceitação do trabalho, o participante fará jus ao certificado de Agente Socioambiental Urbano, que será fornecido pela UMAPAZ em agosto de 2010.

A metodologia adota a transdisciplinaridade dos conteúdos e práticas, visando à produção conjunta de conhecimentos e tendo como apoio aulas expositivas, diálogos, vídeos e dinâmicas.

As leituras e pesquisas fazem parte da formação. A biblioteca da UMAPAZ - Espaço Sapucaia - está à disposição dos participantes, de segunda a sexta, das 09 às 19 horas, e aos sábados, das 09 às 13 horas. Os participantes terão duas semanas, a contar da data de conclusão do módulo básico para apresentar seu relatório de aproveitamento do Módulo Básico.

1. MÓDULO BÁSICO: CARTA DA TERRA (pré-requisito para o programa)

O Módulo Básico tem por objetivo iniciar a formação dos agentes socioambientais urbanos, tendo como base os princípios da Carta da Terra e estimular a articulação de uma rede entre os participantes. A Carta é um documento acolhido pela Organização das Nações Unidas, que começou a ser escrita na Conferência Rio 92 e percorreu o mundo até seu formato final. É um código de ética do planeta, trazendo princípios necessários para uma sociedade global, justa, equilibrada, sustentável e pacífica. Diante das complexidades globais e locais, sociais e ambientais, de valores e comportamentos que implicam a interdependência entre os seres humanos e na comunidade da vida, a Carta da Terra apresenta um diagnóstico amplo dos desafios presentes e futuros e é um chamado a novas escolhas e à responsabilidade coletiva.

Carga Horária: 20 horas (05 aulas de 4 horas).
Datas e Horário: 08, 09, 10,11 e 12 de março de 2010, das 8h30 às 12h30.



PROGRAMA

Aula 1 (08/03) - Tema: Do Universo à Identidade Planetária
Prof. Dr. Walmir Thomazi Cardoso, Físico (docente da UMAPAZ).
Referências:
PRIGOGINE, Ilya Carta às Futuras Gerações, Folha de S.Paulo, Caderno Mais, 30/01/2000
FROIS, Katja Plotz Uma breve história do fim das certezas ou o paradoxo de Janus, Cadernos de Pesquisa Interdisciplinares em Ciências Humandas, 63, FPolis, dez.2004, disponível em: www.cfh.ufsc.br/~dich/TextoCaderno63.pdf.
MORIN, Edgar & KERN Anne B. Terra Pátria, Porto Alegre: Salina, 2005.

Aula 2 (09/03) - Tema: Declaração de Interdependência: a Carta da Terra
Prof. André Luiz Moura de Alcântara (sociólogo) e Vitor Otávio Lucato (Biólogo).
A Carta da Terra, documento da ONU (disponível em: www.cartadaterra.org).
Referência: DORST, Jean, Antes que a natureza morra.
GOMES, Mércio Pereira, Antropologia - Ciência do homem - Filosofia da cultura. São Paulo: Ed. Contexto, 2008.

Aula 3 (10/03) - Tema: Sustentabilidade: Múltiplas Abordagens
Prof. Valério Igor Príncipe (sociólogo) e Engenheiro Eduardo Coelho e Mello Aulicino
WOLTMANN, A & ARAÚJO, Luiz E. B. Desenvolvimento x Sustentabilidade: uma abordagem transdisciplinar. Panóptica, ano 1, n 8, maio-junho 2007, p.461-481.
Disponível em: www.panoptica.org/maio_junto2007/N.8_020_Woltmann.p.461-482.pdf.

Aula 4 (11/03) - Tema:Conflitos e Diálogos Socioambientais
Profª Rose Marie Inojosa (comunicadora social).
Referência: BUCKLES (org) Cultivar la paz - conflicto y colaboración en el manejo de los recursos naturales. [s.l.], 2000 - disponível em inglês, francês e espanhol para download em: www.idrc.ca/es/ev-9398-201-1-DO_TOPIC.html.

Aula 5 (12/03) -Tema: Educação e Transformação
Profª Glacilda Pinheiro Corrêa (pedagoga).
Referência: MORIN, Edgard Os sete saberes necessários à educação do Futuro, São Paulo: Cortez, 2000- e artigo disponível em www.centrorefeducacional.com.br/setesaberes.htm
GADOTTI, Moacir Pedagogia da Terra, São Paulo: Peirópolis, 2000, p.131-146.

2. MÓDULOS ESPECÍFICOS

O papel dos Módulos Específicos é aprofundar a reflexão sobre os princípios da Carta da Terra relacionando-os ao contexto histórico atual e às realidades locais. Apenas os alunos que realizarem o Módulo Básico poderão inscrever-se nos Módulos Específicos:

Integridade Ecológica e Sustentabilidade

Objetivos:
· Explorar o conhecimento sobre o funcionamento dos ecossistemas e biomas da Terra.
. Construir conhecimento de forma conjunta, visando promover ações transformadoras na relação com o meio ambiente.
· Trabalhar conceitos de responsabilidade socioambiental, visando minimizar os impactos sobre os ecossistemas.
· Estimular os participantes a se tornarem agentes multiplicadores de boas práticas ambientais.

Carga Horária: 20 horas (05 aulas de 4 horas).
Datas e Horário: 16, 18, 23, 25 e 30/03, das 8h30 às 12h30.


Temas: O Sistema Solar e o Planeta Terra; Biodiversidade e Evolução; Biogeografia da Terra; Biomas do Brasil; Mudanças Climáticas e desafios do século XXI.

Coordenação: Prof. Vitor Otávio Lucato, biólogo, ecólogo, docente da UMAPAZ.

Diversidade Humana e Sustentabilidade

Objetivos:
· Propiciar a construção coletiva de conhecimentos, visando auxiliar o fortalecimento de valores e comportamentos humanos sustentáveis entre si e em relação ao meio Ambiente.
· Contribuir para o fortalecimento da responsabilidade socioambiental individual e coletiva, frente aos impactos das ações humanas sobre o meio.
· Discutir as potencialidades e desafios para a construção da Cidadania Planetária.

Carga Horária: 20 horas (05 aulas de 4 horas).
Datas e Horário: 06, 08, 13, 15 e 22/04, das 8h30 às 12h30.

Conteúdo programático: Antropologia Cultural e Diversidade Biológica; A família humana e sua pegada ecológica no planeta e no Brasil; Diversidade e convivência na Cidade de São Paulo; Redes sociais e relações humanas; Direitos humanos e cidadania planetária.
Coordenação: Prof. André Luiz Moura de Alcântara, sociólogo, docente da UMAPAZ.

Cultura de Paz e Sustentabilidade
Objetivos:

· Estimular o diálogo, a solidariedade e a cooperação entre as pessoas, construindo saberes e práticas e fortalecendo valores humanos em busca de uma convivência pacífica com os outros seres vivos;
· Partilhar saberes e experiências, reconhecendo e preservando os conhecimentos tradicionais e a sabedoria espiritual em todas as culturas contribuindo para a proteção ambiental e o bem estar humano;
· Promover a pedagogia da convivência, a paz consigo mesmo, com os outros e com a natureza respeitando a diversidade, desenvolvendo uma cultura de cooperação, incentivando a participação.

Carga Horária: 20 horas (05 aulas de 4 horas).
Datas e Horário: 04, 06, 11, 13 e 18/05, das 8h30 às 12h30.

Temas: Paz e Sobrevivência: a cultura de paz na mediação dos conflitos socioambientais; A paz como caminho: o diálogo entre as concepções pedagógicas; A paz como desafio nas grandes metrópoles; Pedagogia da Convivência; Educação para a paz no século XXI.
Coordenação: Profª Glacilda Pinheiro Corrêa, pedagoga, docente da UMAPAZ.

3. MÓDULO LIVRE PERCURSO DE APRENDIZAGEM

Cursos e atividades: mediante orientação (até completar 120 horas).
Período: junho a agosto 2010.

AGENDA RESUMO
PROGRAMA CARTA DA TERRA EM AÇÃO - TURMA 3

Local: UMAPAZ - Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz.
Av. IV Centenário, 1268, Parque Ibirapuera, São Paulo, SP, Brasil. Tel. 55 11 5572-1004.
Horário: das 8h30 às 12h30.
Carga Horária Total: 120 horas.

Módulo Básico (pré-requisito - 20 horas): Dias: 08, 09, 10, 11 e 12/03/2010.

Módulos Específicos:

Integridade Ecológica (20 horas): Dias: 16, 18, 23, 25 e 30/03/2010.

Diversidade Humana (20 horas): Dias: 06, 08, 13, 15 e 18/04/2010.

Cultura de Paz e Sustentabilidade (20 horas): Dias: 04, 06, 11, 13 e 18/05/2010.

Livre Percurso de Aprendizagem: até completar 120 horas, com outros cursos e atividades, mediante orientação, no período de junho a agosto de 2010.

Apresentação de expressão da aprendizagem: Até final de agosto de 2010.

Certificação: agosto de 2010.

Público focalizado: Educadores e outros interessados em preparar-se para contribuir para um viver mais sustentável, segundo os princípios da Carta da Terra, e a ser a mudança que queremos ver no mundo.

O Curso é ministrado em português e é gratuito para os interessados.

Os candidatos devem inscrever-se inicialmente para o Módulo-Base.

Inscrições: de 01 a 05/02 - Resultado dia 23 de fevereiro.

PRENCHER FICHA DE INSCRIÇÃO ABAIXO E ENVIAR PARA O E-MAIL - inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br
Informações: Tel.(11) 5572-1004.


FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO
PROGRAMA CARTA DA TERRA EM AÇÃO
TURMA 3 - MÓDULO BÁSICO
Envie preenchido para inscrições: inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br



1. NOME COMPLETO:

2. Idade 3. Sexo ( ) M ( ) F

4 RG nº órgão: UF: 5. CPF nº

5 Escolaridade ( ) Ensino Médio ( ) Ensino Superior

6. Área de formação:

7. Setor em que trabalha:

Empresa privada ( ) Organização não governamental ( ) Estado ( )

8. Se servidor público, por favor, informe Nº RF

9. Profissão/atividade que exerce atualmente:

10 .Se educador, instituição em que exerce a função:

11. Endereço residencial:

12. Região: Bairro: 13. CEP

14. E-mail:

15. Telefone fixo: 16. Telefone celular:

17. Por que deseja participar do Programa Carta da Terra em Ação?

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

PROGRAMA CARTA DA TERRA EM AÇÃO

Formação de Agentes Socioambientais Urbanos

Turma 3

Estão abertas as inscrições para os interessados no curso de Formação de Agentes Socioambientais Urbanos, que será realizado pela UMAPAZ (Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz), localizada na Av. IV Centenário, 1268, Parque Ibirapuera, em São Paulo, no período de 08 de março a 18 de maio de 2010.

A participação é gratuita. São 50 vagas e haverá seleção. Os candidatos devem inscrever-se inicialmente para o Módulo Básico. Informações e inscrições pelo e-mail inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br

O curso integra o Programa CARTA DA TERRA EM AÇÃO e tem por objetivo reunir pessoas dispostas a refletir sobre as diferentes dimensões da sustentabilidade, interessadas em desenvolver a capacidade de observação; compartilhar conhecimentos e modos de vida urbana sustentável e a gerar mudanças, considerando que "devemos ser a mudança que queremos ver no mundo" (Gandhi).

O Programa Carta da Terra em Ação é coordenado pela Profa. Eveline Limaverde, designer de sustentabilidade e docente da UMAPAZ.

O processo de formação tem um total de 120 horas, composto por 20 horas do módulo básico Carta da Terra; 60 horas dos módulos específicos Diversidade Humana e Sustentabilidade, Cultura de Paz e Sustentabilidade e Integridade Ecológica e Sustentabilidade, para aprofundando aspectos tratados no módulo básico, e o módulo livre Percurso de Aprendizagem, com orientador, até completar 120 horas e desenvolver a expressão da aprendizagem.

A apresentação da expressão da aprendizagem de cada participante, por texto, aula, performance ou outro formato, deverá ser feita até junho/julho de 2010. Após a aceitação do trabalho, o participante fará jus ao certificado de Agente Socioambiental Urbano, que será fornecido pela UMAPAZ em agosto de 2010.

A metodologia adota a transdisciplinaridade dos conteúdos e práticas, visando à produção conjunta de conhecimentos e tendo como apoio aulas expositivas, diálogos, vídeos e dinâmicas.

As leituras e pesquisas fazem parte da formação. A biblioteca da UMAPAZ - Espaço Sapucaia - está à disposição dos participantes, de segunda a sexta, das 09 às 19 horas, e aos sábados, das 09 às 13 horas. Os participantes terão duas semanas, a contar da data de conclusão do módulo básico para apresentar seu relatório de aproveitamento do Módulo Básico.


1 - MÓDULO BÁSICO: CARTA DA TERRA (pré-requisito para o programa)

O Módulo Básico tem por objetivo iniciar a formação dos agentes socioambientais urbanos, tendo como base os princípios da Carta da Terra e estimular a articulação de uma rede entre os participantes. A Carta é um documento acolhido pela Organização das Nações Unidas, que começou a ser escrita na Conferência Rio 92 e percorreu o mundo até seu formato final. É um código de ética do planeta, trazendo princípios necessários para uma sociedade global, justa, equilibrada, sustentável e pacífica. Diante das complexidades globais e locais, sociais e ambientais, de valores e comportamentos que implicam a interdependência entre os seres humanos e na comunidade da vida, a Carta da Terra apresenta um diagnóstico amplo dos desafios presentes e futuros e é um chamado a novas escolhas e à responsabilidade coletiva.

Carga Horária: 20 horas (05 aulas de 4 horas)
Datas e Horário: 08,09,10,11 e12 de março de 2010 horário das 8:30 às 12:30h.

PROGRAMA:
Aula 1 (08/03) - Tema: Do Universo à Identidade Planetária
Prof. Dr. Walmir Thomazi Cardoso, Físico (docente da UMAPAZ)
Referências:
PRIGOGINE, Ilya Carta às Futuras Gerações, Folha de S.Paulo, Caderno Mais, 30/01/2000
FROIS, Katja Plotz Uma breve história do fim das certezas ou o paradoxo de Janus, Cadernos de Pesquisa Interdisciplinares em Ciências Humandas, 63, FPolis, dez.2004, disponível em www.cfh.ufsc.br/~dich/TextoCaderno63.pdf
MORIN, Edgar & KERN Anne B. Terra Pátria, Porto Alegre: Salina, 2005

Aula 2 (09/03) - Tema: Declaração de Interdependência: a Carta da Terra
Prof. André Luiz Moura de Alcântara (sociólogo) e Vitor Otávio Lucato(Biólogo)
A Carta da Terra, documento da ONU (disponível em www.cartadaterra.org)
Referência: DORST, Jean, Antes que a natureza morra
GOMES, Mércio Pereira, Antropologia – Ciência do homem –Filosofia da cultura. São Paulo: Ed. Contexto, 2008

Aula 3 (10/03) - Tema: Sustentabilidade: Múltiplas Abordagens
Prof. Valério Igor Príncipe (sociólogo) e Engenheiro Eduardo Coelho e Mello Aulicino
WOLTMANN, A & ARAÚJO, Luiz E. B. Desenvolvimento x Sustentabilidade: uma abordagem transdisciplinar. Panóptica, ano 1, n 8, maio-junho 2007, p.461-481
www.panoptica.org/maio_junto2007/N.8_020_Woltmann.p.461-482.pdf

Aula 4 (11/03) - Tema:Conflitos e Diálogos Socioambientais
Profª Rose Marie Inojosa (comunicadora social)
Referência: BUCKLES (org) Cultivar la paz - conflicto y colaboración en el manejo de los recursos naturales. [s.l.], 2000 - disponível em inglês, francês e espanhol para download em www.idrc.ca/es/ev-9398-201-1-DO_TOPIC.html.

Aula 5 (12/03) -Tema: Educação e Transformação
Profª Glacilda Pinheiro Correa (pedagoga)
Referência: MORIN, Edgard Os sete saberes necessários à educação do Futuro, São Paulo: Cortez, 2000- e artigo disponível em www.centrorefeducacional.com.br/setesaberes.htm
GADOTTI, Moacir Pedagogia da Terra, São Paulo: Peirópolis, 2000,p.131-146

2 - MÓDULOS ESPECÍFICOS
O papel dos Módulos Específicos é aprofundar a reflexão sobre os princípios da Carta da Terra relacionando-os ao contexto histórico atual e às realidades locais. Apenas os alunos que realizarem o Módulo Básico poderão inscrever-se nos Módulos Específicos :

• Integridade Ecológica e Sustentabilidade
Objetivos:
• Explorar o conhecimento sobre o funcionamento dos ecossistemas e biomas da Terra.
. Construir conhecimento de forma conjunta, visando promover ações transformadoras na relação com o meio ambiente.
• Trabalhar conceitos de responsabilidade socioambiental, visando minimizar os impactos sobre os ecossistemas.
• Estimular os participantes a se tornarem agentes multiplicadores de boas práticas ambientais.
Carga Horária: 20 horas (05 aulas de 4 horas)
Datas e Horário: 16,18,23,25 e 30/03 das 8:30 às 12:30h.
Temas: O Sistema Solar e o Planeta Terra; Biodiversidade e Evolução; Biogeografia da Terra; Biomas do Brasil; Mudanças Climáticas e desafios do século XXI
Coordenação:Prof. Vitor Otávio Lucato, biólogo, ecólogo, docente da UMAPAZ.

• Diversidade Humana e Sustentabilidade
Objetivos:
• Propiciar a construção coletiva de conhecimentos, visando auxiliar o fortalecimento de valores e comportamentos humanos sustentáveis entre si e em relação ao meio Ambiente.
• Contribuir para o fortalecimento da responsabilidade socioambiental individual e coletiva, frente aos impactos das ações humanas sobre o meio.
• Discutir as potencialidades e desafios para a construção da Cidadania Planetária.
Carga Horária: 20 horas (05 aulas de 4 horas)
Datas e Horário: 06,08,13,15 e 22/04 das 8:30 às 12:30h.
Conteúdo programático: Antropologia Cultural e Diversidade Biológica; A família humana e sua pegada ecológica no planeta e no Brasil; Diversidade e convivência na Cidade de São Paulo; Redes sociais e relações humanas; Direitos humanos e cidadania planetária
Coordenação:Prof. André Luiz Moura de Alcântara, sociólogo, docente da UMAPAZ.

• Cultura de Paz e Sustentabilidade
Objetivos:
• Estimular o diálogo, a solidariedade e a cooperação entre as pessoas, construindo saberes e práticas e fortalecendo valores humanos em busca de uma convivência pacífica com os outros seres vivos;
• Partilhar saberes e experiências, reconhecendo e preservando os conhecimentos tradicionais e a sabedoria espiritual em todas as culturas contribuindo para a proteção ambiental e o bem estar humano;
• Promover a pedagogia da convivência, a paz consigo mesmo, com os outros e com a natureza respeitando a diversidade, desenvolvendo uma cultura de cooperação, incentivando a participação.
Carga Horária: 20 horas (05 aulas de 4 horas)
Datas e Horário:4,6,11,13,18/05 das 8:30h as 1230h.
Temas: Paz e Sobrevivência: a cultura de paz na mediação dos conflitos socioambientais; A paz como caminho: o diálogo entre as concepções pedagógicas; A paz como desafio nas grandes metrópoles; Pedagogia da Convivência; Educação para a paz no século XXI
Coordenação:Profª Glacilda Pinheiro Corrêa Pedroso, pedagoga, docente da UMAPAZ

3 - MÓDULO LIVRE PERCURSO DE APRENDIZAGEM
Cursos e atividades: mediante orientação (até completar 120 horas)
Período: junho a agosto 2010.

AGENDA RESUMO
PROGRAMA CARTA DA TERRA EM AÇÃO - TURMA 3

Local: UMAPAZ - Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz
Av. IV Centenário, 1268, Parque Ibirapuera, São Paulo, SP, Brasil. Tel. 55 11 5572 / 8037
Horário: das 8:30 às 12:30h
Carga Horária Total: 120 horas

Módulo-Base (pré-requisito - 20 horas): Dias: 08,09,10,11 e 12/03/2010.
Módulos Específicos:
Integridade Ecológica (20 horas): Dias16,18,23,25 e 30/03/2010
Diversidade Humana (20 horas): Dias: 06,08,13,15 e 18/04/2010
Cultura de Paz e Sustentabilidade (20 horas): Dias: 04,06,11,13 e 18/05/2010
Livre Percurso de Aprendizagem: até completar 120 horas, com outros cursos e atividades, mediante orientação, no período de junho a agosto de 2010.
Apresentação de expressão da aprendizagem: Até final de agosto de 2010.
Certificação: agosto de 2010

Público focalizado: Educadores e outros interessados em preparar-se para contribuir para um viver mais sustentável, segundo os princípios da Carta da Terra, e a ser a mudança que queremos ver no mundo.

Informações: inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br
Inscrições de 1 a 05/02 - Resultado dia 23 de fevereiro .
O Curso é ministrado em português e é gratuito para os interessados.
Os candidatos devem inscrever-se inicialmente para o Módulo Base.


FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO
PROGRAMA CARTA DA TERRA EM AÇÃO TURMA 3 - MÓDULO BÁSICO

Envie preenchido para inscrições: umapaz@prefeitura.sp.gov.br

1. NOME COMPLETO:
2. Idade 3. Sexo ( ) M ( ) F
4 RG nº órgão: UF: 5. CPF nº
5 Escolaridade ( ) 2º grau completo ( ) 3º grau completo
6. Área de formação:

7. Setor em que trabalha:
Empresa privada ( ) Organização não governamental ( ) Estado ( )

8. Se servidor público, por favor, informe Nº RF

9. Profissão/atividade que exerce atualmente:
10 .Se educador, instituição em que exerce a função:

11. Endereço residencial:
12. Região ou bairro 13. CEP
14. E-mail:
15. Telefone fixo: 16. Telefone celular:

17. Por que deseja participar do Programa Carta da Terra em Ação?

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

ANIVERSÁRIO DA UMAPAZ


Venha celebrar conosco!



HOMENAGEM A PAULO FREIRE e COMEMORAÇÃO DO 4º ANO DA UMAPAZ
Dia 29 de janeiro de 2010, a partir das 15 horas



Para comemorar seu quarto aniversário e o ingresso em mais um ano de atividades, a Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz promoverá no dia 29 de janeiro, sexta-feira, dois eventos de grande significado para nossa equipe, parceiros, alunos, frequentadores e para o público em geral.

O primeiro, das 15h às 17h, irá homenagear o educador Paulo Freire, grande humanista e inspirador da nossa missão. A programação prevê a abertura da exposição "Paulo Freire - Educar para Transformar", composta de 18 painéis fotográficos, e a exibição de um vídeo-documentário com 20 minutos de duração, contendo depoimentos e entrevista com o homenageado.

A trajetória de vida e as contribuições deixadas por Paulo Freire serão apresentadas na Mesa de Diálogos formada por familiares, educadores e estudiosos, entre eles Lutgardes Costa Freire (Instituto Paulo Freire), Jason Ferreira Mafra (UNIFREIRE) e Alexandre Schneider (Secretário Municipal da Educação). A seguir, os presentes serão convidados a participar da cerimônia de descerramento do retrato de Paulo Freire no Mural da UMAPAZ.

A apresentação musical do grupo Homem do Brasil encerrará a homenagem e dará inicio ao evento de aniversário da UMAPAZ com um coquetel servido aos convidados, a partir das 17 horas.

UMAPAZ ANO 5

Mais que um balanço de resultados, a comemoração de aniversário da UMAPAZ é um ato de alegria que desejamos partilhar com alunos, usuários, apoiadores, voluntários, equipe técnica, estagiários e demais parceiros.

O evento conta com uma breve apresentação das ações realizadas em 2009 pelos diretores Cristina Pereira de Araújo (Escola de Jardinagem), André Luiz da Silva (Astronomia e Astrofísica), Glacilda Pinheiro Correa Pedroso (Formação) e Thais Prado Horta (Difusão e Projetos de Educação Ambiental). A diretora do departamento de Educação Ambiental - DEA / UMAPAZ, Rose Marie Inojosa, apresentará os planos da instituição para 2010.

Na ocasião o músico Walter Pini irá apresentar o Hino da UMAPAZ, de sua autoria, em homenagem à instituição.



SERVIÇO: Homenagem ao educador Paulo Freire e Aniversário da UMAPAZ
DIA 29 DE JANEIRO, DAS 15 ÀS 19 HORAS
Local: UMAPAZ - AV. Quarto Centenário, 1268 - portão 7 - A -Parque Ibirapuera
GRÁTIS - ABERTO A TODOS

Informações: umapaz@prefeitura.sp.gov.br - Tel. (11) 5572-1004

CURSO ECONOMIA: ECONOMIA VIDA UM NOVO OLHAR

Curso Economia:
Economia Vida um novo olhar

O ser como sujeito e finalidade da atividade econômica

Objetivo:
Contribuir para uma nova compreensão de economia, construída a partir de práticas econômicas e de oficinas que mostram as interconexões dos sistemas abertos, das redes de economia viva e da relação Economia e Meio Ambiente.

Facilitador: Georges F Kharlakian Jr, Sócio-Economista e educador Docente da UMAPAZ

Publico focalizado: Aberto aos interessados no tema.



Dias do Curso de 01 a 05 de Fevereiro de 2010, das 9h00 às 12h00.



Local: UMAPAZ - Universidade Aberta do Maio Ambiente e Cultura de Paz
End.: Av. IV Centenário, 1268, Portão 7-A, Parque Ibirapuera
Telefone: 5572-1004
Vagas: 40

Inscrições: enviar formulário abaixo para o e-mail:
inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br

CICLO DE PALESTRAS SEGUNDA SEM CARNE

"Alimentação sem carne - aspectos médicos e nutricionais"

Dia 01 de fevereiro, às 19h
(Não é necessário se inscrever. Pede-se chegar com 15 minutos de antecedência)

A Universidade Aberta do Meio Ambiente e cultura de Paz (UMAPAZ) convida para a palestra "Alimentação sem carne - aspectos médicos e nutricionais", que será proferida pelo médico Eric Slywitch, no dia 01 de fevereiro às 19h, na sede da UMAPAZ.

Em sua palestra, o Dr Eric abordará as principais questões médicas e nutricionais que precisamos saber para a adoção de uma dieta vegetariana (ou redução do consumo de carnes) com segurança.

O evento abre o "Ciclo de Palestras Segunda Sem Carne" que contará com a participação de médicos, nutrólogos, chefes de cozinha e demais profissionais e estudiosos que possam esclarecer, informar e orientar na prática de uma alimentação saudável e adequada a um novo conceito de sustentabilidade.

Eric Slywitch - Médico coordenador do Departamento de Medicina e Nutrição da Sociedade Vegetariana Brasileira. Especialista em Nutrologia, Nutrição Clínica, Nutrição Enteral e Parenteral. Coordenador da Equipe Multidisciplinar de Terapia Nutricional do Hospital e Maternidade Santa Marina (São Paulo).


Serviço: CICLO DE PALESTRAS SEGUNDA SEM CARNE
Tema: "Alimentação sem carne - aspectos médicos e nutricionais"
Palestrante: Dr. Eric Slywitch
Dia e Horário: 01 de fevereiro, às 19h
Coordenação:
Angélica Berenice de Almeida
PARTICIPAÇÃO GRATUITA -Não é necessário se inscrever.
Pede-se chegar com 15 minutos de antecedência
Local: UMAPAZ - Av. quarto Centenário, 1268 - portão 7 -A - Parque Ibirapuera
Informações: tel. (11) 5572-1004

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Biblioteca Digital Européia

Conheçam a iniciativa da União Européia. Em 2009, a UE lançou o site www.bookshop.europa.eu, com mais de 100 mil publicações oficiais que datam desde 1952. As publicações são de instituições da União Européia, agências e organizações diversas e possuem download gratuito. Cerca de 12 milhões de páginas foram digitalizadas para o completo funcionamento da biblioteca digital. Em alguns títulos, o site também vende a obra em papel, além da própria versão digital gratuita. O catálogo on line da EU Bookshop contém publicações dos últimos três anos. Publicações anteriores também podem ser encontradas no arquivo.
Fonte: Boletim BB. Bice nº5
Data: 18/01/2010.
Colaboração: Biblioteca Espaço Sapucaia